segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

NUNCA HUMILHE ALGUÉM. REFLITA NISSO.

APRENDI a respeitar sempre; saber o momento certo de falar e de ouvir.
É tão triste ver o ser humano usando da SOBERBA, a GROSSERIA e HUMILHAR ALGUÉM.
DEUS nos ensina. "Ame o próximo como a ti mesmo" - Quem respeita esse mandamento, certamente não humilhará o seu próximo. 
Mas infelizmente existem pessoas que por pequenas coisas são capazes de serem grosseiros, soberbos e principalmente capazes de humilharem e sentem prazer em fazer isso. 
Eu me sinto vergonhada quando vejo uma pessoa humilhando o próximo. 
Que Deus abençoe as pessoas. 
Tenho certeza que Deus irá exaltar a pessoa humilhada no momento certo!!!!



"O que mais me impressiona nos fracos é que eles precisam humilhar os outros, para sentirem-se fortes."
Mahatma Gandhi

Nada é mais humilhante do que ver os tolos vencer naquilo em que fracassámos.
Gustavo Flaubert

Entre as diversas formas de mendicância, a mais humilhante é a do amor implorado.
Carlos Drummond de Andrade

A briga mais humilhante é a que transforma a confidência em ofensa.
Fabricio Carpinejar

Pouco saber exalta o nosso amor-próprio, muito saber humilha-o.
Marques de Maricá

Não humilhes, e não serás humilhado.
(texto judaico)

Quando o mestre Jesus viu aquela multidão,
Subiu um monte e sentou-se
Os seus discípulos se aproximaram
E ele começou a ensina-los:


Salmo da Montanha - (PRESTEM ATENÇÃO o que diz a respeito da pessoa humilde(s). Nos ensinou JESUS o filho do DEUS.

"Feliz os o que sabem que são
Espiritualmente pobres, 
Pois o reino dos céus é deles...

Felizes os que choram,
Porque Deus os consolará...

Felizes os humildes, pois receberão
O que Deus tem prometido...


Felizes o que tem fome e sede
De fazer a vontade de Deus, 
Pois eles os deixará
Completamente satisfeitos...

Felizes os que são amáveis
E têm misericórdia dos outros,
Pois Deus terá misericórdia deles também...

Felizes o que tem o coração puro,
Porque eles verão a Deus...
Felizes os que trabalham
Pela paz entre as pessoas,
Pois Deus tratará como seus filhos...

Felizes os que sofrem perseguições
Por fazerem a vontade de Deus,
Pois o reino do céu é deles...

Felizes são vocês quando os insultam,
Perseguem e dizem todo tipo de calúnia
Contra vocês por serem meu seguidores...

Fiquem alegres e felizes pois uma grande
Recompensa está guardada no céu para vocês
Porque assim mesmo que perseguiram os profetas
Que viveram antes de vocês...


1. Humildade objetiva e humildade subjetiva
Francisco de Assis, vimos na última pregação, é a prova viva de que a reforma mais útil para a Igreja é aquela pelo caminho da santidade, que consiste cada vez em um corajoA humildade como verdade e como serviço em São Francisco de Assisso retorno ao Evangelho e que deve começar a partir de si mesmos. Nesta segunda meditação gostaria de aprofundar um aspecto do retorno ao Evangelho, uma virtude de Francisco. De acordo com Dante Alighieri, toda a glória de Francisco depende do “seu ter-se feito humilde [1]”, ou seja, da sua humildade. Mas, em que consistiu a proverbial humildade de São Francisco?
Em todas as línguas pelas quais a Bíblia passou para chegar até nós, ou seja, em hebraico, grego, latim e italiano, a palavra “humildade” tem dois significados básicos: um objetivo que indica mesquinhez, pequenez ou miséria de fato e um subjetivo que indica o sentimento e o reconhecimento que se tem da própria pequenez. Este último é o que entendemos por virtude da humildade.
Quando Maria diz no Magnificat: “Olhou para a humildade (tapeinosis) da sua serva”
Quando Maria diz no Magnificat: “Olhou para a humildade (tapeinosis) da sua serva”, entende a humildade no sentido objetivo, não subjetivo! Por isso muito apropriadamente em diferentes idiomas, por exemplo, em alemão, a palavra é traduzida como “pequenez” (Niedrigkeit). Como se pode imaginar, além do mais, que Maria exalte a sua humildade e atribua a essa a escolha de Deus, sem, com isso mesmo, destruir a humildade de Maria? No entanto, às vezes, se escreveu imprudentemente que em Maria não se reconhece nenhuma outra virtude a não ser aquela da humildade, como se, de tal forma, se fizesse uma grande honra, e não pelo contrário um grande erro, com tal virtude.
A virtude da humildade tem um estatuto todo especial: a tem quem pensa que não a tem, não a tem quem pensa tê-la. Só Jesus pode declarar-se “humilde de coração” e sê-lo realmente; esta, veremos, é a característica única e irrepetível da humildade do homem-Deus. Maria não tinha, portanto, a virtude da humildade? Claro que tinha e no mais alto grau, mas só Deus sabia isso, ela não. Só este fato, de fato, constitui mérito incomparável da verdadeira humildade: que o seu odor só é percebido por Deus, não por quem o emana. São Bernardo escreve: “O verdadeiro humilde quer ser considerado desprezível, não proclamado humilde”.[2]
A humildade de Francisco se coloca nesta linha. O Florilégio nos mostra um episódio significativo a este respeito e, no fundo, certamente histórico.
Um dia, voltando S. Francisco de orar no bosque, e ao sair do bosque, o dito Frei Masseo quis experimentar-lhe a humildade; foi-lhe ao encontro e, a modo de gracejo, disse: “Por que a ti? Por que a ti? Por que a ti?” S. Francisco respondeu: “Que queres dizer?” Disse Frei Masseo: “Por que todo o mundo anda atrás de ti e toda a gente parece que deseja ver-te e ouvir-te e obedecer-te? Não és homem belo de corpo, não és de grande ciência, não és nobre: donde vem, pois, que todo o mundo anda atrás de ti?” Ouvindo isto, S. Francisco, todo jubiloso em espírito, levantando a face para o céu por grande espaço de tempo, esteve com a mente enlevada em Deus; e depois, voltando a si, ajoelhou-se e louvou e deu graças a Deus; e depois, com grande fervor de espírito, voltou-se para Frei Masseo e disse: “Queres saber por que a mim? Queres saber por que a mim? Queres saber por que todo o mundo anda atrás de mim? Isto recebi dos olhos de Deus altíssimo, os quais em cada lugar contemplam os bons e os maus: porque aqueles olhos santíssimos não encontraram entre os pecadores nenhum mais vil nem mais insuficiente nem maior pecador do que eu.[3]”
2. A humildade como verdade
A humildade de Francisco tem duas fontes de iluminação, uma de natureza teológica e uma de natureza cristológica. Reflitamos na primeira. Na Bíblia encontramos atos de humildade que não partem do homem, da consideração da própria miséria ou do próprio pecado, mas têm como única razão Deus e a sua santidade. Tal é exclamação de Isaías: “sou um homem de lábios impuros”, de frente à súbita manifestação da glória e da santidade de Deus no templo (Is 6, 5 s); tal é também o grito de Pedro depois da pesca milagrosa: “Afasta-te de mim, que sou um pecador!” (Lc 5, 8).
Temos diante de nós a humildade essencial, aquela da criatura que toma consciência de si na presença de Deus. Enquanto a pessoa se comparar consigo mesma, com os outros ou com a sociedade, nunca terá a ideia exata do que ela é; falta-lhe a medida. “Que acento infinito, escreveu Kierkegaard, coloca-se no eu quando tem como medida Deus! [4]” Francisco teve de modo eminente esta humildade. Uma máxima que repetia muito era: “O que um homem é diante de Deus, assim é, e nada mais [5]”.
O Florilégio narra que em uma noite, o irmão Leão quis espiar de longe o que fazia Francisco durante a sua oração noturna no bosque da Verna e de longe o ouvia murmurar por muito tempo algumas palavras. No dia seguinte o santo o chamou e, depois de tê-lo amavelmente repreendido por ter desobedecido sua ordem, revelou-lhe o conteúdo de sua oração :
“Sabe, frei ovelhinha de Jesus Cristo, que quando eu dizia as palavras que ouviste estavam sendo mostrados a minha alma dois lumes: um da notícia e conhecimento de mim mesmo, o outro da notícia e conhecimento do Criador. Quando eu dizia: Quem és tu, ó dulcíssimo Deus meu? eu estava em lume de contemplação, em que via o abismo da infinita bondade, sabedoria e poder de Deus. E quando eu dizia: Quem sou eu? estava em um lume de contemplação em que via a profundeza lamentável de minha vileza e miséria [6]”.
Era aquilo que Santo Agostinho pedia a Deus e que considerava a totalidade de toda a sabedoria: “Noverim me, noverim te. Que eu conheça a mim e que eu conheça a ti; que eu me conheça para humilhar-me e que eu conheça a ti para amar-te [7]”.
O episódio de Frei Leão foi certamente embelezado, como sempre no Florilégio, mas o conteúdo corresponde perfeitamente à ideia que Francisco tinha de si e de Deus. Prova disso é o começo do Cântico das criaturas com a distância infinita que coloca entre Deus “altíssimo, onipotente, bom Senhor”, a quem deve-se o louvor, a glória, a honra e a benção”, e o mísero mortal que não é digno nem sequer de “mencionar”, isto é, pronunciar, o seu nome.
Altíssimo, onipotente, bom Senhor,Teus são o louvor, a glória, a honra e toda a bênção.Só a ti, altíssimo, são devidos; E homem algum é digno de te mencionar.
Com esta luz, que eu chamei teológica, a humildade nos aparece essencialmente como verdade. “Me perguntava um dia, escreve Santa Teresa d’Avila, por qual motivo o Senhor ama tanto a humildade e veio-me à mente, de repente, sem nenhuma reflexão minha, que deve ser assim porque ele é a mais alta Verdade e a humildade é verdade[8]”.
É uma luz que não humilha, mas pelo contrário dá alegria imensa e exalta. Ser humildes de fato não significa ser infelizes consigo e nem sequer reconhecer a própria miséria, nem, de alguma forma, a própria pequenez. É olhar para Deus antes que a si mesmo e medir o abismo que separa o finito do infinito. Quanto mais se percebe isso, mais se torna humilde. Então começa-se até mesmo a alegrar-se do próprio nada, porque é graças a ele que é possível oferecer a Deus um rosto cuja pequenez e cuja miséria cativou o coração da Santíssima Trindade desde toda a eternidade .
Um grande discípula do Poverello, que o Papa Francisco proclamou santa há pouco tempo, Angela da Foligno, perto da morte, exclamou: “Oh, nada desconhecido, oh nada desconhecido! A alma não pode ter melhor visão neste mundo do que contemplar o próprio nada e morar nele como na cela de uma prisão[9]”. “Há um segredo neste conselho, uma verdade que se experimenta provando. Descobre-se então que existe realmente esta cela e que é possível entrar realmente cada vez que se queira. Ela consiste no calmo e tranquilo sentimento de ser um nada diante de Deus, mas um nada amado por ele!
Quando se está dentro da cela, desta prisão luminosa, não se vêm mais os defeitos do próximo, ou se vêm em um outra luz. Compreende-se que é possível, com a graça e com o exercício, realizar o que disse o Apóstolo e que parece, à primeira vista, excessivo, isto é, “considerar todos os outros superiores a si” (cf. Fl 2, 3), ou pelo menos se entende como isso possa ter sido possível aos santos.
Fechar-se naquela prisão é muito diferente de fechar-se em si mesmos; é, pelo contrário, abrir-se aos outros, ao ser, à objetividade das coisas. O contrário daquilo que sempre pensaram os inimigos da humildade cristã. É fechar-se ao egoísmo, não no egoísmo. É a vitória sobre um dos males que também a moderna psicologia julga funesta para a pessoa humana: o narcisismo. Naquela cela, além do mais, não penetra o inimigo. Um dia, Antônio, o Grande teve uma visão; viu, em um instante, todos os infinitos laços do inimigo estendidos pela terra e disse gemendo: “Quem poderá portanto evitar todos estes laços?” e respondeu-lhe uma voz: “Antônio, a humildade![10]” “Nada, escreve o autor da Imitação de Cristo, conseguirá fazer ensoberbecer aquele que está firmemente fixado em Deus[11]”
3. Humildade como serviço de amor
Falamos da humildade como verdade da criatura diante de Deus. Paradoxalmente, porém, o que mais enchia de assombro a alma de Francisco não era a grandeza de Deus, mas a sua humildade. Nos Louvores de Deus altíssimo que se conservam escritos com sua caligrafia em Assis, entre as perfeições de Deus – “Tu és Santo. Tu és Forte. Tu és Trino e Uno. Tu és Amor, Caridade. Tu és Sabedoria…” – a um certo ponto, Francisco insere um incomum: “Tu és humildade!” Não é um título colocado ali por engano! . Francisco captou uma verdade profundíssima sobre Deus que deveria também maravilhar-nos.
Deus é humildade porque é amor. Diante das criaturas humanas, Deus se encontra desprovido de qualquer capacidade não só coercitiva, mas também defensiva. Se os seres humanos escolhem, como fizeram, recusar o seu amor, ele não pode intervir com autoridade para impor-se. Não pode fazer outra coisa além de respeitar a livre escolha dos homens. É possível rejeitá-lo, excluí-lo: ele não se defenderá, deixará fazer. Ou melhor, a sua maneira de defender-se e de defender os homens contra o seu próprio aniquilamento, será aquela de amar ainda e sempre, eternamente. O amor cria por sua própria natureza dependência e a dependência a humildade. Assim é também, misteriosamente, em Deus.
O amor fornece, portanto, a chave para entender a humildade de Deus: é preciso pouco poder para se mostrar, é preciso muito mais, porém, para se esconder, para desaparecer. Deus é esta força ilimitada de escondimento de si e como tal se revela na encarnação. Pode ver a manifestação visível da humildade de Deus contemplando Cristo que se coloca de joelhos diante dos seus discípulos para lavar os seus pés – e eram, podemos imaginá-lo, pés sujos -, e ainda mais, quando, reduzido à mais radical impotência na cruz, continua a amar, sem nunca condenar.
Francisco captou este nexo estreitíssimo entre a humildade de Deus e a encarnação. Eis algumas das suas fogosas palavras:
“Eis que a cada dia ele se humilha, como quando desceu da sede real para o ventre da Virgem; cada dia ele mesmo vem a nós com aparência humilde; cada dia desce do seio do Pai para o altar nas mãos do sacerdote [12]”. “Oh, humildade sublime! Oh, sublimidade humilde, que o Senhor do universo, Deus e Filho de Deus, assim se humilhe ao ponto de esconder-se, para a nossa salvação, sob a pouca aparência de pão! Olhai, irmãos, a humildade de Deus, e abri os vossos corações diante dele [13]”.
Descobrimos assim o segundo motor da humildade de Francisco: o exemplo de Cristo. É o mesmo motor que Paulo indicava aos Filipenses quando recomendava-lhes de ter os mesmos sentimentos de Cristo Jesus que  “humilhou-se a si mesmo fazendo-se obediente até a morte” (Fil 2 , 5.8). Antes de Paulo foi o próprio Jesus em pessoa que convidou os discípulos a imitar a sua humildade: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração!” (Mt 11, 29).
Em que, poderíamos perguntar-nos, Jesus nos diz para Imitar a sua humildade? Em que Jesus foi humilde? Percorrendo os Evangelhos, nunca encontramos a menor admissão de culpa nos lábios de Jesus, nem quando conversa com os homens, nem quando conversa com o Pai. Esta – a propósito – é uma das provas mais escondidas, mas também das mais convincentes, da divindade de Cristo e da absoluta unicidade da sua consciência. Em nenhum santo, em nenhum grande da história e em nenhum fundador de religião, se encontra tal consciência de inocência.
Todos reconhecem, mais ou menos, ter cometido alguns erros e ter algo para ser perdoados, pelo menos por Deus. Gandhi, por exemplo, tinha uma consciência agudíssima de ter, em certas ocasiões, tomado posições erradas; também ele teve os seus remorsos. Jesus nunca. Ele pode dizer dirigindo-se aos seus adversários: “Quem dentre vós me acusa de pecado? (Jo 8, 46). Jesus proclama ser “Mestre e Senhor” (cf. Jo 13, 13), de ser mais do que Abraão, Moisés, Jonas, Salomão. Onde, então, a humildade de Jesus, para poder dizer: “Aprendei de mim que sou humilde”?
Aqui descobrimos algo importante. A humildade não consiste principalmente em ser pequenos, porque pode-se ser pequenos, sem ser humildes; não consiste principalmente no sentir-se pequenos, porque a pessoa pode sentir-se pequeno e sê-lo realmente e esta seria objetividade, não ainda humildade; sem contar que o sentir-se pequenos e insignificantes pode nascer também de um complexo de inferioridade e levar ao fechamento em si mesmo e ao desespero, em vez de à humildade. Portanto, a humildade, por si, no grau mais perfeito, não é no ser pequenos, não é no sentir-se pequenos, ou proclamar-se pequenos. É no fazer-se pequenos, e não por alguma necessidade ou utilidade pessoal, mas por amor, para “elevar” os outros.
Assim foi a humildade de Jesus; ele se fez tão pequeno ao ponto de “desaparecer” mesmo para nós. A humildade de Jesus é a humildade que desce de Deus e que tem o seu modelo supremo em Deus, não no homem. Na posição em que se encontra, Deus não pode “elevar-se”; nada existe acima dele. Se Deus sai de si mesmo e faz algo fora da Trindade, isso só pode ser um abaixar-se e um fazer-se pequeno; só poderá ser, em outras palavras, humildade, ou, como dizia alguns Padres gregos, synkatabasis, ou seja,condescendência.
São Francisco faz da “irmã água” o símbolo da humildade, definindo-a “útil, humilde, preciosa e casta”. A água de fato nunca se “exalta”, nunca “sobe”, mas sempre “desce”, até alcançar o ponto mais baixo. O vapor sobe e é por isso o símbolo tradicional do orgulho e da vaidade; a água desce e é por isso símbolo da humildade.
Agora sabemos o que quer dizer a palavra de Jesus: “Aprendei de mim que sou humilde”. É um convite a fazer-nos pequenos por amor, a lavar, como ele, os pés dos irmãos. Em Jesus vemos, porém, também a seriedade desta escolha. Não se trata, de fato, de descer e fazer-se pequeno de tanto em tanto, como um rei que, na sua generosidade, de vez em quando, se digna descer entre o povo e talvez também servi-lo com algo. Jesus se fez “pequeno”, como “se fez carne”, ou seja de forma permanente, até o fim. Escolheu pertencer à categoria dos pequenos e dos humildes.
Esta nova face da humildade é resumida em uma palavra: serviço. Um dia – lemos no Evangelho – os discípulos tinham discutido uns com os outros sobre quem era o “maior”; então Jesus, “sentando-se” – como para dar maior solenidade à lição que estava prestes a dar -, chamou os Doze e disse-lhes: “Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos” (Mc 9 , 35). Quem quer ser o “primeiro” seja o “ último”, ou seja, desça, se abaixe. Mas, depois explica o que compreende por último: seja o “servo” de todos. A humildade proclamada por Jesus é, portanto, serviço. No Evangelho de Mateus, esta lição de Jesus é proclamada com um exemplo: “Exatamente como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20 , 28).
4. Uma Igreja humilde
Algumas considerações práticas sobre a virtude da humildade, tomadas em todas as suas manifestações, ou seja, tanto na relação com Deus quanto na relação com os homens. Não devemos nos iludir pensando que alcançamos a humildade só porque a palavra de Deus nos tenha levado a descobrir o nosso nada e nos tenha mostrado que ela tem que traduzir-se em serviço fraterno. Até que ponto chegamos de fato à humildade se vê quando a iniciativa passa de nós para os outros, ou seja, quando não somos mais nós que reconhecemos os nossos defeitos e erros, mas são os outros que o fazem; quando não somos somente capazes de dizer-nos a verdade, mas também de deixar que os outros a digam, de boa vontade. Antes de reconhecer-se diante de Frei Matteo como o mais vil dos homens, Francisco tinha aceitado de bom grado e por um longo tempo, ser ridicularizado, considerado por amigos, familiares e por toda a cidade de Assis, um ingrato, um fanático, alguém que nunca teria feito nada de bom na vida.
Em que ponto estamos na luta contra o orgulho, se vê, em outras palavras, do como nós reagimos, externamente ou internamente, quando somos contrariados, corrigidos, criticados ou deixados de lado. Pretender matar o próprio orgulho batendo nele sozinhos, sem a intervenção de fora de ninguém, é como usar o próprio braço para punir a si mesmo: realmente nunca se fará mal. É como se um médico quisesse tirar um tumor dele mesmo sozinho.
Quando tento receber glória de um homem por qualquer coisa que eu diga ou faça, é quase certo que quem está na minha frente tenta receber glória de mim a respeito de como escuta e como responde. E acontece assim que cada um busca a sua própria glória e ninguém a recebe e, se, por acaso, a recebe não é mais do que “vaidade”, ou seja, glória vazia, destinada a dissolver-se em fumaça com a morte. Mas o efeito é igualmente terrível; Jesus atribuía à busca da própria glória até mesmo a impossibilidade de crer. Dizia aos fariseus: “Como podeis crer, vós que recebeis glória uns dos outros, e não procurais a glória que vem do Deus único?” (Jo 5, 44).
Quando nos encontremos imersos em pensamentos e desejos de glória humana, joguemos na mistura de tais pensamentos, como uma tocha ardente, a palavra que Jesus mesmo usou e que nos deixou: “Eu não busco a minha glória!” (Jo 8, 50). A luta da humildade dura a vida inteira e se estende a todos os aspectos da mesma. O orgulho é capaz de alimentar-se tanto do mal quanto do bem; porém, ao contrário do que acontece com todos os outros vícios, o bem, não o mal, é o terreno de cultivo preferido deste terrível “vírus”. Escreve sabiamente o filósofo Pascal:
“A vaidade tem raízes tão profundas no coração do homem que um soldado, um servo da milícia, um cozinheiro, um carregador se gaba e finge ter seus admiradores e os mesmos filósofos os querem. E aqueles que escrevem contra a vanglória aspiram à glória de terem escrito bem, e aqueles que os leem, a vangloria de tê-los lido; e eu, que escrevo isto, talvez tenha o mesmo desejo; e aqueles que me leem talvez também [14]”.
Para que o homem “não se ensoberbeça”, Deus geralmente o fixa no chão com uma espécie de âncora; coloca do seu lado, como com São Paulo, um “mensageiro de Satanás que o fere”, “um espinho na carne” (2 cor 12, 7). Não sabemos exatamente o que fosse exatamente para o Apóstolo este “espinho na carne”, mas sabemos bem o que é para nós! Cada um que queira seguir o Senhor e servir a Igreja o tem. São situações humilhantes que nos lembram constantemente, às vezes de noite e de dia, a dura realidade daquilo que nós somos. Pode ser um defeito, uma doença, uma fraqueza, uma impotência, que o Senhor nos deixa, apesar de todas as súplicas; uma tentação persistente e humilhante, talvez mesmo uma tentação de soberba; uma pessoa com a qual somos obrigamos a conviver e que, apesar da retidão de ambas as partes, tem o poder de tirar fora a nossa fragilidade, de demolir a nossa presunção.
A humildade não é apenas uma virtude privada. Existe uma humildade que deve brilhar na Igreja como instituição e povo de Deus. Se Deus é humildade, também a Igreja deve ser humildade; se Cristo serviu, também a Igreja deve servir, e servir por amor. Por muito tempo a Igreja, no seu conjunto, tem apresentado ao mundo a verdade de Cristo, mas talvez não muito a humildade de Cristo. No entanto, é com essa, melhor do que com qualquer apologética, que se acalmam as hostilidade e os prejuízos contra ela e se abre o caminho para a aceitação do Evangelho.
Há um episódio de Os noivos de Manzoni que contém uma profunda verdade psicológica e evangélica. Frei Cristoforo, acabado o noviciado, decide pedir publicamente perdão aos parentes do homem que, antes de fazer-se frade, matou em um duelo. A família se enfileira, formando uma espécie de forcas caudinas, de modo que o gesto se torne o mais humilhante possível para o frade e de maior satisfação para o orgulho da família. Mas, quando veem o jovem frade abaixar a testa no chão, ajoelhar-se diante do irmão do morto e pedir perdão, cai a arrogância, são eles que se sentem confusos e pedem perdão, até que ao final todos se apertam para beijar-lhe a mão e encomendar-se às suas orações [15]. São os milagres da humildade.
No profeta Sofonias Deus diz: “Deixarei em teu seio um povo humilde e pobre, e procurará refúgio no nome do Senhor” (Sof 3, 12). Esta palavra ainda é atual e talvez também dessa dependerá o sucesso da evangelização na qual a Igreja está comprometida.
Agora sou eu que, antes de terminar, tenho que lembrar a mim mesmo uma máxima querida por São Francisco. Ele repetia muitas vezes: “Carlos imperador, Orlando, Oliviero, todos os paladinos trouxeram uma vitória gloriosa e inesquecível… Mas há muitos que, somente com a narração dos seus feitos, querem receber honra e glória dos outros homens [16]”. Usava este exemplo para dizer que os santos praticaram as virtudes e outros procuram a glória somente narrando isso aos outros [17].
Para que também eu não entre nesse número, me esforço por colocar em prática o conselho que um antigo Pai do deserto, Isaque de Nínive, dava a quem é obrigado pelo dever a falar de coisas espirituais, às quais ainda não chegou com a própria vida: “Fale delas, dizia, como alguém que pertence à classe dos discípulos e não com autoridade, depois de ter humilhado a tua alma e de ter-se feito menor do que todos os teus ouvintes”. Com este espírito, Santo Padre, Veneráveis Pais, irmãos e irmãs, ousei falar-vos de humildade.
FONTE: 2ª pregação do Padre Raniero Cantalamessa para a Cúria Romana no Advento 2013
Roma, 13 de dezembro de 201


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Frases e Pensamento de Santa Teresinha de Menino Jesus


Santa Teresinha do Menino Jesus, O.C.D.. Santa ... É conhecida como Santa Teresa do Menino Jesus e da Santa Face ou, popularmente, Santa Teresinha. 1 ... Omesmo Papa a declara Patrona Universal das Missões Católicas em 1927.

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"Compararei a Divindade com um polido diamante muito maior que o universo. Todas as nossas ações refletem-se nele, por que Ele encerra todas as coisas, tanto que fora da sua amplitude nada existe"

"Ó Senhor, experimento tanta alegria ao pensar que as minhas infidelidades fazem com que melhor conheça a vossa misericórdia, que sinto suavizar-se a dor pelas graves ofensas que vos fiz"

"A oração consiste em tratar a Deus como um pai, um irmão, um Senhor e um Esposo"
"A oração é onde o Senhor ilumina para entender as verdades"

"Jamais creiais que adquiristes uma virtude, enquanto não a tiverdes provado com aquilo que lhe é contrario"

"Tão logo Sua Majestade o quer, Deus e a alma se compreendem, como dois amigos que não precisam de palavras para manifestar-se a grande afeição que os une"

"No nosso próximo, procuremos ver tão somente as virtudes e as boas obras e cubramos os seus defeitos considerando os nossos pecados"

"Diante da Sabedoria infinita, mais vale um breve desejo de humildade com algum ato da mesma, do que toda a ciência do mundo"

"Tenho como certo que uma alma de oração, que se entretenha com homens doutos, jamais será enganada pelo demônio, a não ser que deseje enganar-se a si mesma. O demônio tem muito medo da força interior humilde e virtuosa, por que sabe que seria descoberto e levaria a pior"

"Deus tem cuidado dos nossos interesses muito mais do que nós mesmos, sabendo o que convém a cada um"


"O edifício da oração deve sempre alicerçar-se na humildade: quanto mais uma alma se mostra humilde na oração, tanto mais Deus a exalta"


"A todos que tudo abandonam por amor de Deus, Ele se entrega totalmente"
"Construir grandes casa com o dinheiro dos pobres é muito desconveniente, e o Senhor jamais o perdoará"


"Em assunto de contemplação, muitas vezes Deus leva vinte anos para dar a alguém aquilo que a outros dá em apenas um ano. O motivo disso somente Ele o sabe"


"Tenho certeza de que Deus jamais deixa de favorecer as almas firmemente decididas a ser dele"


"O caminho da cruz é o que Deus reserva aos seus escolhidos: quanto mais os ama, mais os sobrecarrega de tribulações"


"Existem almas tão simples que nada sabem sobre os costumes e os assuntos do mundo, mas que, no entanto, muito entendem das relações com Deus"


"A coragem em sofrer muito ou sofrer pouco está sempre na proporção do amor"


"Quem pede a perfeição é inundado de tantas graças a ponto de atingir aquele elevado grau que é próprio dos que já alcançaram"


"As cruzes dos contemplativos são muito pesadas, e o Senhor só as manda para as almas já provadas desde muito tempo"


"Não há melhor meio para descobrir as insídias do demônio e obrigá-lo a dar-se a conhecer, do que o da oração"


Santa Teresa de Jesus"As palavras de Deus fixam-se tão profundamente no espírito que não mais é possível esquecê-las, ao passo que aquelas do intelecto assemelham-se a um pensamento fugaz que subitamente se esvai da mente"


"Ó Senhor! Como os cristãos pouco vos conhecem!"


"Almejemos e pratiquemos a oração já não para desfrutar, mas para ter a força de servir ao Senhor"


"O proveito da alma não consiste em muito pensar mas em muito amar"


"É uma grande virtude saber ter concórdia com todos e suportar-lhes os defeitos"


"Achegando-nos do Santíssimo Sacramento com grande espírito de fé e de amor, creio que uma única comunhão é suficiente para deixar-nos ricas. O que dizer, então, de tantas que já recebemos?"


"O Senhor não se contenta em igualar os seus dons aos nossos modestos desejos"


"O Senhor sabe o que cada pessoa pode fazer e, quando se encontra com uma alma forte, não cessa de impor nela a sua vontade"


"Senhor, como são amenos os vossos caminhos! Mas, quem os palmilhará sem medo?"


"Gosto de insistir mais no exercício das virtudes, do que na prática das austeridades corporais"


"Jamais me cansei em falar ou em ouvir falar de Deus: e isto desde que comecei a prática da oração"


"A quantos tudo abandonam por amor de Deus, Ele se entrega totalmente"
"Quanto mais santas fordes, mais amáveis devereis mostrar-vos"


"Como é bom o Senhor! Parece que se regozija em manifestar o seu poder, enaltecendo e enriquecendo com grandes favores almas tão mesquinhas como as nossas"


"Conhecem-se melhor os mistérios concernentes à oração quando se examinam os efeitos e as obras que deles derivam: com efeito, não há têmpera melhor para prová-los"


"Quando a alma está verdadeiramente ferida pelo amor de Deus, desvencilha-se sem nenhuma dor do amor das criaturas, isto é, ela não se sente prisioneira de nenhum afeto. Sem dúvida, a isso não se pode chegar sem o amor de Deus, porque as coisas criadas, se muito desejadas, causar-nos-iam sempre algum sofrimento, especialmente se quiséssemos abandoná-las, ao passo que, se o Senhor se apoderasse duma alma, esta acabaria dominando todas as criaturas"


Santa Teresa de Jesus"Da mesma forma que no céu há muitas ocupações, também existem muitos caminhos para a oração"
"Quem começou a rezar não deve interromper a oração, em que pesem os pecados cometidos. Com a oração poderá logo soerguer-se, ao passo que sem ela ser-lhe-á muito difícil. Não deixe que o demônio o tente a abandonar a oração por humildade"





"A porta por onde me vieram tantas graças foi somente a oração: se ela estivesse fechada, eu não saberia de que outra maneira poderia recebê-las. Quando Deus quiser entrar numa alma para ali se deleitar e preenchê-la de bens, apenas esta possibilidade existe porque ele a quer sozinha, pura e desejosa de recebê-lo"


"A companhia do bom Jesus é proveitosa demais para que nos afastemos dela, o mesmo acontece com a da sua Santíssima Mãe!"


"A alma deve abandonar-se nas mãos de Deus, para que Ele faça o que quiser dela. Ela deve esquecer-se de todos os seus interesses e fazer o possível para resignar-se à sua divina vontade"


"Quem começa a servir verdadeiramente o Senhor, o mínimo que lhe pode oferecer é a própria vida."


"O Senhor deve também vir em nosso socorro na proporção das fadigas que aguentamos por causa do seu amor. E visto que essas angústias são grandes, menores não devem ser as graças"


"Não consigo compreender que haja ou possa haver humildade sem amor, e amor sem humildade. Mas nenhuma destas duas virtudes jamais poderá subsistir numa alma sem um profundo despego de todas as coisas"


"Sem dúvida, não é preciso pedir a cruz, porque Deus, aos que Ele ama, a dá espontaneamente, como a deu a seu Filho"


"Muitas vezes o Senhor permite uma queda a fim de manter a alma na mais profunda humildade. Se ela se arrepende e volta a Ele com sinceridade, mais progredirá, conforme sabemos de muitos santos"


"Deus tem cuidado dos nossos interesses muito mais do que nós mesmos, sabendo o que convém a cada um."


"As coisas da alma sempre devem ser consideradas com amplitude, extensão e magnificência, sem medo de exagerar, porque a capacidade da alma ultrapassa toda humana imaginação"


"Por mais profunda que seja, a verdadeira humildade nunca inquieta, nem agita, nem perturba a alma, mas a inunda de paz, de suavidade e de repouso"
"Podemos considerar a nossa alma como um castelo incrustado num só diamante ou num cristal muito polido no qual há muitas moradas, como as que existem no céu"


"Quem ama verdadeiramente o Senhor, gosta de tudo, quer tudo, louva tudo, favorece o que é bom e só anda na companhia dos bons para ajudá-los e defendê-los. Numa palavra só ama a verdade e o que é digno de ser amado"
"Não creias que seja possível a quem ama verdadeiramente o Senhor, amar ao mesmo tempo as vaidades da terra"


"Não há nada que se possa comparar com a grande beleza duma alma e com a sua imensa capacidade!"


"Jamais chegaremos a conhecer-nos, se juntos não procurarmos conhecer a Deus"


"O único desejo ardente de quem quer entregar-se à oração deve ser o de fazer todo o possível para decidir-se e melhor dispor-se para conformar a sua própria vontade àquela de Deus"


"Uma ou duas pessoas que digam a verdade valem mais do que muitas reunidas."


"A oração mental não é senão uma íntima relação de amizade, um frequente entretenimento a sós com Aquele que sabemos nos amar"


"O Senhor quer mostrar à alma que Ele pretende unir-se a ela numa amizade tão íntima de modo que, entre eles, não exista coisa alguma dividida"


"Devemos guardar-nos em querer entender as coisas de Deus e procurar quais são as suas razões"


"A alma que Deus expõe aos olhos do público deve se preparar para ser mártir do mundo: embora não queira morrer para o mundo, ele a fará fenecer"
"Quando Deus assim o quer, nós só podemos estar sempre com Ele"


"A dor pelos pecados cresce em proporção aos favores que o Senhor nos concede: e julgo que só desaparece quando coisa alguma pode suscitar compaixão"


"O amor de Deus não está nos deleites espirituais, mas em estar firmemente resolvidos a contenta-lo em todas as coisas, tentando todo esforço para não ofendê-lo, e rezando pelo aumento da honra e da glória do seu Filho e pela exaltação da Igreja Católica"


"Só porque derramamos muitas lágrimas, não devemos pensar que já alcançamos a perfeição. Antes, pratiquemos muitas obras e exercitemos a virtude, pois estas são as coisas que mais convém para o nosso caso"
"A oração não é senão um fato de amor, e é insensato pensar que só se faz oração quando se dispõe de tempo e solidão"


Santa Teresa de Jesus"Ó Senhor, experimento tanta alegria ao pensar que as minhas infidelidades fazem com que melhor conheça a vossa misericórdia, que sinto suavizar-se a dor pelas graves ofensas que vos fiz"


"No nosso próximo, procuremos ver tão somente as virtuides e as boas obras e cubramos os seus defeitos considerando os nossos pecados"




"Tenho como certo que uma alma de oração, que se entretenha com homens doutos, jamais será enganada pelo demônio, a não ser que deseje enganar-se a si mesma. O demônio tem muito medo da força interior humilde e virtuosa, por que sabe que seria descoberto e levaria a pior"


"Deus tem cuidado dos nossos interesses muito mais do que nós mesmos, sabendo o que convém a cada um"


"A todos que tudo abandonam por amor de Deus, Ele se entrega totalmente"
"Em assunto de contemplação, muitas vezes Deus leva vinte anos para dar a alguém aquilo que a outros dá em apenas um ano. O motivo disso somente Ele o sabe"


"Tenho certeza de que Deus jamais deixa de favorecer as almas firmemente decididas a ser dele"


"O caminho da cruz é o que Deus reserva aos seus escolhidos: quanto mais os ama, mais os sobrecarrega de tribulações"


"Quando é o coração que reza, Ele sem dúvida nos atende"


"Existem almas tão simples que nada sabem sobre os costumes e os assuntos do mundo, mas que, no entanto, muito entendem das relações com Deus"


"A coragem em sofrer muito ou sofrer pouco está sempre na proporção do amor"


"Oração e maneiras sofisticadas não combinam"


"Quanto mais santas fordes, mais afáveis devereis mostrar-vos"


"As cruzes dos contemplativos são muito pesadas, e o Senhor só as manda para as almas já provadas desde muito tempo"


"Não há melhor meio para descobrir as insídias do demônio e obrigá-lo a dar-se a conhecer, do que o da oração"


"Muitas vezes, quando menos se pensa e sequer estamos preocupados com Deus, Sua Majestade agita a alma igual a um relâmpago ou semelhante a um cometa que passa rapidamente"


"O Senhor dirige cada pessoa segundo o que julga ser melhor"


"Não há nada mais útil e mais agradável a Deus do que esquecermo-nos de nós mesmos, dos nossos interesses, das nossas satisfações pessoais, para ocuparmo-nos da sua honra e da sua glória"


"Deus distribui os seus bens como quer, quando quer e a quem quer, sem fazer discriminação com nínguem"


"É um fato que, embora saibamos que estamos sempre na presença de Deus, muitas vezes negligenciamos em pensar nisso"


"Ele exige que nada reserveis. Seja pouco ou muito o que tendes. Ele quer tudo para si: por maiores ou menores que sejam as graças que tiverdes, sempre serão, porém, em proporção com aquilo que houverdes dado. Para saber se a nossa oração chega ou não à unificação não há prova melhor"


"A vida é longa e é tão cheia de tribulações que para suportá-las com perfeição sempre é preciso considerar como as assimilaram Cristo, nosso modelo, os seus Apóstolos e os Santos"


"Rezar pelos que estão em pecado mortal é uma esmola muito grande"


"Ó Senhor! Em que angústias colocais quem vos ama! No entanto, tudo é pouco diante da maneira com que logo o favoreces"


"No dia de Ramos, acabando de comungar, entrei em grande suspensão, de modo que nem podia engolir a Espécie, e, tendo-a na boca, senti verdadeiramente, ao voltar um pouco a mim, que toda ela se enchera de sangue"


"A humildade é o alicerce do edifício, e o Senhor nunca o elevará demasiado, se dita virtude não for verdadeiramente sólida"


"Almejemos e pratiquemos a oração já não para desfrutar, mas para ter a força de servir ao Senhor"


"O proveito da alma não consiste em muito pensar mas em muito amar"


"É uma grande virtude saber ter concórdia com todos e suportar-lhes os defeitos"


"Em matéria de fé, eu morreria mil vezes do que me oporia a qualquer coisa da Igreja ou a qualquer verdade da Sagrada Escritura"


"O Senhor quer obras. Por exemplo, deseja que não te preocupes em perder aquela aquela devoção para consolar uma doente a quem vês que podes servir de alívio, fazendo teu o seu sofrimento, jejuando, se preciso for, para dar-lhe de comer; e isso não tanto por ela, mas porque sabes que esta é a vontade de Deus. Eis em que consiste a verdadeira união com a vontade de Deus"
"Se avançarmos com humildade, a misericórdia de Deus nos servirá sempre de ajuda"
"Jamais se peca sem sabê-lo"
"O espírito de Deus - se verdadeiro - sempre produz humildade"
"Somente o amor dá valor às obras"
"Depois disso, ao me aproximar para comungar, eu me lembrava da imensa Majestade que vira e me dava conta de que era Ele que estava no Santíssimo Sacramento, o que fazia os meus cabelos arrepiarem e me dava a impressão de estar toda desfeita"
"Podemos suportar qualquer luta ou inquietação, quando nos encontramos em paz intimamente"
"Quanto mais as almas se adiantam na oração e mergulham em maiores delícias com Deus, mais se dedicam às necessidades do próximo, especialmente às carências daquelas que parecem estarem preparadas a sacrificar mil vidas conquanto arranquem uma só do pecado mortal"
"O Senhor não se contenta em igualar os seus dons aos nossos modestos desejos"


"Amor e temor a Deus! É dizer pouco? São dois castelos fortes a partir dos quais se faz guerra ao mundo e aos demônios"


"Não posso deixar de crer que é por falta de humildade que algumas pessoas tanto se afligem por causa das insensibilidades que sofrem"


"O Senhor sabe o que cada pessoa pode fazer e, quando se encontra com uma alma forte, não cessa de impor nela a sua vontade"


"Quanto mais recebe, mais é obrigado a dar. E então, que podemos nós fazer por um Deus tão generoso que chegou a morrer por nós, que nos criou e nos conserva a vida, senão retribuir, ao menos em parte, o muito que lhe devemos em vista dos grandes serviços que nos prestou?"


"O Senhor nos ama mais do que nós mesmos nos amamos"


"Quem não ama o próximo não vos ama, pois Vós, meu Senhor, como sabemos, demonstraste vosso amor pelos pobres filhos de Adão com toda a efusão do vosso sangue"


"Jesus só quer a nossa amizade"


"Os sofrimentos são premiados com o amor de Deus. Em consequência, quem os anseia, se valem tamanho preço?"


"Ei-lo aqui, sem sofrimento, cheio de glória, confortando uns, animando outros, antes de subir aos céus, nosso companheiro no Santíssimo Sacramento, porque parece que Ele não poderia afastar-se um momento de nós"


"Oh, não entendemos que o pecado é uma guerra campal de todos os sentidos e faculdades da alma contra Deus!"


"Até então eu estava muito contente, porque é para mim um grandíssimo consolo ver uma igreja mais onde esteja o Santíssimo Sacramento. Mas a minha alegria durou pouco. Terminada a missa, fui a uma janela e olhei o pátio; não havia paredes sem partes desmoronadas"

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

CITAÇÕES DE AUGUSTO CURY - 2013

Lendo o ultimo livro lançado por Augusto Cury aprendi que não existem cofres (mentes) que não abra(m), mas chaves erradas.
Assim devemos educar o povo e cuidar da parte inteligência emocional para podermos viver melhor.
Leiam os livros de Augusto Cury, no último romance ensina e nos faz viajar no tempo.
Alguns citações desse valoroso escritor que consigno neste momento por entender necessária e uma forma de ver a vida como ela é e pode ser melhor a cada dia. Busque um sentido em sua vida.



"Citação (es)   de Augusto Cury: escritor Brasileiro renomado que já vendeu mais de 20 milhões de livros somente no Brasil e publicado em mais de 60 países."

“Sem esperança, se more, ainda que vivendo; com ela se vive, ainda que morrendo.”
Augusto Cury

“A maior loucura é viver sem sentido existencial. Sem medo vivemos por viver, a vida não tem brilho, o caos não nos amadurece, a cultura não nos remete à sabedoria. Sem propósito, a mesa, por mais farta que seja nutre o corpo, mas deixa faminta a alma. Sem propósito, vivemos num campo de concentração mental, ainda que rodeado por jardins. Não tenha medo de morrer em Auschwitz, tenha medo de viver uma existência sem sentido.”
(Livro em Busca do sentido da Vida – Augusto Cury faz uma citação a pessoa de Victor Frankl – 2013- Editora Planeta)

“O medo é o pior cárcere humano.”
Augusto Cury

“Todo ser humano é um cofre. Não existem mentes impenetráveis, mas chaves erradas.”
Augusto Cury

“Quem vence sem riscos e derrotas, subirá no pódio sem glória.”
Augusto Cury

Augusto Cury se referindo a Jesus disse: “ Nunca alguém tão grande se fez tão pequeno para tornar os pequenos grandes.”
Augusto Cury

“Que os fortes abraçam, mas os fracos condenam que os fracos apostam tudo o que têm naqueles que pouco têm, mas os frágeis só apostam em quem lhes dá retorno.”
Augusto Cury